Visual


A empresa EIP Ltda. recebeu investimentos da ordem de R$ 1,5 milhões e é a detentora exclusiva dos direitos de exploração industrial e comercial dos equipamentos EIP. A empresa está sendo estruturada como S.A. de capital fechado. A EIP já tem unidades nas seguintes regiões: São Paulo (EIP SP1), Rio de Janeiro (EIP RJ), Belo Horizonte (EIP MG), Rio Grande do Sul (EIP RS), Curitiba (EIP PR), Salvador (EIP BA) e Recife (EIP PE). A EIP SP1 já recebeu seu primeiro investidor de origem nacional, que está contribuindo com recursos financeiros. Este recurso permitirá à empresa atender as expectativas dos futuros investidores de forma segura e confiável.




A EIP Ltda está constituída no Município de Itatiba/SP, com atendimento comercial na Av. Paulista, na cidade de São Paulo, tendo atividade inicial apenas para comercialização. No processo de entrada de novos investidores realizaremos a mudança para um novo local tendo em vista os cenários futuros de fabricação e com a possibilidade de formação do Condomínio Industrial Consorciado, que permitirá obter benefícios fiscais e parcerias com empresas fabricantes de grupos geradores, dentre outros produtos intermediários.




A Governança Corporativa na EIP estará sendo implementada em conformidade com as melhores práticas de mercado, ainda que neste momento inicial, seja uma S.A. de capital fechado, mas já estabelecendo no “start up“ os princípios básicos da governança, que são a transparência, eqüidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa. Estas práticas serão sempre incentivadas de forma evolutiva e adequada ao porte e à complexidade dos processos administrativos das empresas pertencentes ao Grupo EIP. Sua estrutura física garantirá assim a adoção das melhores práticas administrativas, e de controles internos eficientes, conforme resoluções do Novo Mercado.



Os equipamentos EIP propostos têm por finalidade substituir os atuais meios de geração de energia elétrica a partir de um sistema eficiente e eficaz que gera energia elétrica alternativa mediante um processo limpo e de impacto ambiental quase nulo. O processo acontece por meio da transformação do ar do seu estado natural para o estado comprimido acumulando, portanto, energia que promoverá impulsos elétricos pneumáticos para alimentação do equipamento. Por se tratar de insumo disponível em abundância em qualquer lugar na superfície da Terra e sem qualquer custo de aquisição, será o equipamento de grande impacto de inovação neste novo século. Serão fabricados inicialmente somente equipamentos com capacidade de 650 kva, para permitir o consumo mensal em torno de 360.000 kWh/mês. Este equipamento foi definido como EIP 500 (500 kW).




Pedido de Nacionalização do produto em 46 países, sendo identificados somente os principais países que possuem um poder econômico acima de 80% do PIB mundial, como também representatividade política, posicionamento geográfico para nacionalização e grau de risco para investimentos. Estes realizados em torno de R$ 200 mil com previsão de mais R$ 500 mil até o final do ano.



A EIP tem como princípio a excelência no fornecimento de serviços e produtos, e para que consiga atender à expectativa de seus gestores, terá no início de suas operações a adoção das melhores práticas definidas pelo mercado mundial, para todos os setores de sua organização, o que permitirá implementar diversas normas ISO, em curtíssimo prazo e assim garantir um processo qualitativo e quantitativo para um mercado exigente e carente por este segmento.



De acordo com o mercado nacional e internacional de consumo de energia, a escassez de fontes primárias para suprimento de energia elétrica está cada vez mais iminente. A corrida por inúmeras fontes alternativas tem levantado soluções que na maioria das vezes não apresentam viabilidade técnica e/ou financeira entre o custo x benefício x impacto ambiental. Portanto, dispomos de um mercado sem limite territorial e sem restrições de segmentos a atender.



De acordo com o mercado nacional e internacional de consumo de energia, a escassez de fontes primárias para suprimento de energia elétrica está cada vez mais iminente. A corrida por inúmeras fontes alternativas tem levantado soluções que na maioria das vezes não apresentam viabilidade técnica e/ou financeira entre o custo x benefício x impacto ambiental. Portanto, dispomos de um mercado sem limite territorial e sem restrições de segmentos a atender. Após inúmeras reuniões com a equipe gestora, analisando os diversos cenários que a EIP está inserida, incluindo a questão da cadeia de fornecimento, foi definido que será realizada a comercialização de Centrais Integradas de equipamentos EIP. Estes produtos permitirão a empresa locadora realizar a comercialização da venda de energia elétrica. Um dos principais requisitos é que a unidade locadora deverá estar regulamentada junto a ANEEL para realizar esta comercialização. Com este modelo comercial, empresas que atuam como fornecedoras ou grandes consumidores de energia, poderão montar Centrais de acordo com a necessidade. O prazo para instalação de 6 a 12 meses.



O equipamento EIP 50, que se trata de um gerador de energia por sistema pneumático. Instalado em um estabelecimento comercial e ligado a algumas seções da entidade com medidores de consumo, para posterior validação da eficiência e eficácia por parte de profissional renomado para emissão do Laudo Técnico, como também de engenheiros relacionados a empresas que desejam realizar investimentos neste setor.

Identidade Visual EIP



O logo da empresa EIP consiste em um símbolo e um logotipo. O símbolo possui três cores, o laranja, o azul e o verde, no qual o verde e o laranja se completam e o azul é formado pela intersecção de ambos.
As cores utilizadas foram escolhidas por representar os principais pilares da empresa, sendo:
* Laranja - transmitindo idéia de energia e dinamismo;
* Verde - a sustentabilidade, responsabilidade ambiental e social;
* Azul - o resultado desta junção, que somente é permitida com o uso de alta tecnologia e inovação representada pela cor, predominante no logotipo EIP.
A forma do símbolo carrega consigo a mensagem de sinergia, renovação, ciclo, globalização e ascensão.
A tipografia utilizada é estilizada e possui um peso visual forte, por este motivo, está grafada em caixa baixa e assim cria uma harmonia com o símbolo.



O Logotipo EIP representa a essência do negócio, onde a letra "E" significa Energia, a letra "I" significa Impulso e a letra "P" pneumático, resumindo, Energia por Impulsos Pneumáticos. A letra "P" também tem o símbolo do peixe, representando o efeito da multiplicação.



O movimento da esquerda para a direita, no sentido superior, reforça a percepção de dinamismo, objetividade e crescimento da empresa.



Versão Preferencial



Versão Completa



Versão Grayscale

Sustentabilidade


Colaborar de forma impactante com crescimento sustentável, diminuição da exploração de recursos naturais e de combustíveis fósseis e no desenvolvimento humano.




Visão de sermos os principais fornecedores de equipamentos para geração de energia elétrica limpa como fonte primária.




Comprometimento com a excelência no fornecimento dos produtos, garantindo qualidade e primazia no relacionamento com funcionários, parceiros, colaboradores, clientes e investidores.




* Tecnologia - Conceito inovador utilizando recursos tecnológicos de altíssima eficiência e eficácia nos resultados
* Economia – garantia de menor preço em relação ao contratado.
* Sustentabilidade - Adesão pelo mercado permitirá diminuir a exploração de recursos naturais para produção de combustíveis fósseis.
* Responsabilidade ambiental: Redução dos impactos ambientais nas construções de usinas Hidrelétricas e usinas Nucleares.
* Responsabilidade social: Desenvolvimento de atividades de Inclusão Social com comunidade que vive em situação de risco e projetos educacionais para melhoria do sistema de ensino.
Mercado


Fontes: Energy 2008; Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP); International Energy Agency (IEA); Ministério de Minas e Energia (MME); Petrobrás; USA Department of Energy (DOE); Energy Information Administration (EIA). O quadro lista o total de empreendimentos de geração de energia em construção, outorgados e em processo de licitação no Brasil.



De acordo com o relatório de Estatística e Análise do Mercado de Energia Elétrica apresentado pela EPE - Empresa de Pesquisa Energética no Boletim do mês de abril 2007 e publicado em 30 de Junho de 2007, conforme solicitação do MME - Ministério de Minas e Energia, o mercado de fornecimento de energia elétrica, que abrange os consumidores livres e cativos atendidos através do sistema elétrico brasileiro, alcançou 31.575 GWh em abril de 2007, o que significa um expressivo crescimento de 6,7% em relação ao mesmo mês de 2006. Tal consumo corresponde ao maior valor mensal já registrado no País.

Com o resultado de abril, a taxa acumulada do mercado total no período janeiro-abril ficou em 4,7% e, no acumulado dos últimos 12 meses findos em abril, em 3,9% (Tabela 1). Considerando como referência o mês de março, essas duas taxas eram de 4% e de 3,5%, respectivamente.

Mais uma vez, os consumidores residenciais e comerciais puxaram o crescimento do mês, anotando taxas respectivas de 7,9% e 10,2%, superiores às observadas nos meses antecedentes. Como será visto adiante, temperaturas mais elevadas nos dois últimos meses constituíram-se em um dos fatores de pressão para o crescimento do consumo dessas duas classes.

Tais resultados em abril mantiveram as classes residencial e comercial na liderança também do crescimento acumulado do mercado de fornecimento em 2007, com taxas praticamente idênticas, 6,5% a residencial e 6,6% a comercial.

No caso dos consumidores industriais, os aumentos do consumo frente a 2006 se deram em menor proporção: 4,8% em abril, 3,7% no período janeiro-abril e 3,5% no acumulado de 12 meses findos em abril.

O agregado das demais classes - rural, poder público, iluminação pública, serviço público e consumo próprio - totalizou um consumo de 4.528 GWh, valor 6,6% superior ao registrado em abril de 2006. Representando 30% desse agregado, o consumo rural evoluiu 14,4% no mês.

Os resultados do mercado consolidados por subsistema elétrico mostram que as taxas mensais em abril se situaram no intervalo de 5,0% (Norte Interligado) e 7,4% (Sudeste/CO Interligado).

Em termos acumulados, os Sistemas Isolados e o Subsistema Norte continuam com as maiores taxas, respectivamente 6,6% e 5,9%. Quando consolidado o mercado por região geográfica, o Centro-Oeste passa a apontar o maior crescimento do consumo total, tanto no mês (11,2%) como no acumulado do ano (7,1%).

O consumo de energia elétrica no ambiente de contratação livre alcançou, em abril de 2007, 7.989 GWh, representando 25,3% do mercado de fornecimento do mês. Já a autoprodução transportada somou 864 GWh, levando o mercado de distribuição a 32.439 GWh em abril, valor 6,9% superior ao correspondente de 2006.

Os resultados relativos ao mercado nacional de energia elétrica são apresentados na Tabela 1, desagregados por suas principais classes de consumo, por subsistemas elétricos e regiões geográficas. São apresentadas, também, as taxas de crescimento sobre o mesmo período do ano anterior.



Em relação às Perdas existentes no fornecimento de Energia Elétrica pelo sistema atual, segue uma matéria sobre o quanto representa esta perda, sendo que com um sistema de Grupo Gerador de equipamentos EIP, as perdas poderão ser reduzidas de 50% a 95% do que ocorre atualmente. A variação deste percentual pode variar, pois depende de diversos fatores como local do Grupo Gerador x Localidade de Fornecimento, rede das instalações elétricas atual com problemas técnicos, instalações precárias, dentre outros.

De acordo com o Instituto Socio Ambiental - ISA de Belo Monte, em publicação realizada no dia 31/08/2007 no site http://www.socioambiental.org/esp/bm/alt.asp, as perdas técnicas do Sistema Elétrico Brasileiro giram atualmente em torno de 54 milhões de MW/h. Isso inclui desde a eletricidade gerada pelas usinas hidrelétricas, passando pelas linhas de transmissão, até chegar ao consumidor final.

Este item se destina a fazer um paralelo entre os dados referentes ao consumo efetivo de energia elétrica e à carga de energia, cujo acompanhamento é feito pelo ONS - Operador Nacional do Sistema Elétrico (para o Sistema Interligado) e pelo GTON - Grupo Técnico Operacional da região Norte para os Sistemas Isolados.

A comparação desses dados permite identificar o volume das perdas do sistema, ou seja, a energia produzida que não chega ao consumidor (perdas técnicas) ou não é faturada pelos agentes vendedores (perdas comerciais).

Outra referência apresentada pela EPE em termos de índice de perdas:



Abaixo temos a análise da evolução do Consumo por Setor referente até 2006 apresentado no Boletim BEN 2006 sobre Balanço Energético Nacional publicado no site do Ministério de Minas e Energia disponível no link
http://www.mme.gov.br/site/search.do;jsessionid=25EAE7FA8CAE2BDFA0A4CFA37B8CC32D?query=balan%E7o+energ%E9tico


E na sequência temos algumas análises relacionadas entre Energia Útil e Energia Perdida até 2004, apresentado no Boletim BEU 2005 sobre Balanço de Energia Útil publicado no site do Ministério de Minas e Energia disponível no link
http://www.mme.gov.br/site/search.do;jsessionid=25EAE7FA8CAE2BDFA0A4CFA37B8CC32D?query=balan%E7o+energ%E9tico
Iniciamos esta análise com o gráfico da variação apresentada pela Energia Final e pela Energia Útil no Brasil no período de 1984 a 2004.


Nesse período, a Energia Final e a Energia Útil cresceram respectivamente conforme taxas de 2,78% e de 3,85% ao ano. Pode-se concluir, portanto, que houve um aumento de eficiência no uso da energia nesse período.

Quando contemplamos o período de 1994 a 2004, essas taxas passam respectivamente para 3,08% e 3,83%. Isso nos mostra que houve um aumento na taxa de crescimento da Energia Final acompanhado de uma pequena redução na taxa de crescimento da Energia Útil o que significa que o aumento da eficiência energética teve leve redução.

A figura que se segue, compara a evolução da Energia Final e da Energia Útil com a do PIB e da população.



Essa figura mostra que, no período considerado, a evolução da Energia Final teve uma aderência com a evolução do PIB. De fato, os crescimentos médios nesse período foram respectivamente de 2,78% e de 2,58% ao ano. Como já foi visto, a Energia Útil teve um crescimento muito superior.

No gráfico abaixo temas a variação de Energia Final por Setores.

E no próximo quadro visualizamos os rendimentos enérgicos distribuídos por tipo de insumo.



A evolução da população, por outro lado, segue uma tendência de reduzir sua taxa de crescimento: 1,62% ao ano no período e 1,51% ao ano na última década.
Matrizes


Petróleo
  • Apesar do ambiente mais favorável, participação de grupos privados na exploração de petróleo no Brasil ainda é restrita;
  • A maioria das reservas de petróleo do Brasil encontra-se em locais de difícil acesso;
  • Maior parte do petróleo encontrado no Brasil é do tipo pesado
Hidrelétricas
  • Ambiente regulatório indefinido para o investidor privado;
  • Empreendimentos no setor causam grande impacto ambiental;
  • Dificuldade para obter licenças ambientais para a construção de usinas;
  • Grande parte do potencial encontra-se na Amazônia, em reservas ambientais e indígenas.
Biodiesel
  • País enfrenta dificuldades para desenvolver motores mais eficientes para uso de biodiesel;
  • Apesar das boas perspectivas, o uso de biodiesel ainda é embrionário e deve ser visto em fase de testes;
  • A fonte predominante hoje na produção de biodiesel, a soja, é muito sustentável a variações no mercado de alimentos.
PCH
  • As PCHs são boas opções para complementar a necessidade de energia, mas não podem ser usadas como base da matriz;
  • O trâmite de liberação ambiental, apesar de simplificado, ainda é um problema e pode causar atrasos;
  • Sofre com os mesmos problemas regulatórios de todo sistema elétrico.
Termelétrica a Gás Natural
  • Grande parte do fornecimento de gás para o Brasil depende da Bolívia, país onde é forte a percepção de risco institucional;
  • A ampliação da malha de distribuição requer investimentos pesados;
  • Falta clareza no papel do gás natural na matriz energética brasileira.
Termonuclear
  • Custo de instalação elevado em relação a outras fontes;
  • Forte dependência tecnológica para a aplicação e manutenção;
  • Resistência da opinião pública;
  • Histórico de problemas técnicos na operação das usinas que já estão em operação.
Eólica
  • Investimento inicial elevado. Taxas de importação encarecem o custo dos equipamentos;
  • Ofertas do governo pela energia eólica estão abaixo do custo de produção;
  • Localmente, o desenvolvimento tecnológico é baixo;
  • Investimentos em energia eólica são menos atraentes do que em outras fontes.
Biomassa
  • No Brasil, poucas usinas de cana estão equipadas para utilizar biomassa na produção de energia;
  • O investimento inicial para equipar as usinas ainda é considerado alto;
  • Em relação a outros países, o Brasil está atrasado no desenvolvimento de tecnologia para o setor;
  • A legislação sobre o setor tem pontos considerados inadequados.
Etanol
  • Barreiras externas à exportação;
  • Desorganização do setor produtivo;
  • Saturação do sistema logístico brasileiro;
  • Forte competição de outras fontes de energia.
Termelétrica a Carvão
  • Carvão mineral encontrado no país é de baixa qualidade;
  • Reservas disponíveis estão ficando mais profundas e a exploração mais cara;
  • Falta de estímulos institucionais para a exploração do setor.

EIP